Fazia tempo que não via alguém tão desmotivada, sem energia, sem brilho no olho entrevistando um possível candidato. No início, pareceu um pouco pedante. Suponho, pela aparência, que a menina não tinha nem 25 anos. Se tinha mais, faltou bagagem para entrevistar profissionais altamente qualificados para uma vaga estratégica da holding. Se mostrou pouco interessada, não fez perguntas. A entrevista foi um monólogo. Fiquei me perguntando depois se a JHSF era um bom lugar para trabalhar pela “falta de ânimo” e interesse em vender a empresa. Detalhe: foi ela quem entrou em contato comigo oferecendo a vaga.