Pros
Bom salário e benefícios competitivos
Cons
Existe uma lacuna crítica entre o discurso institucional e a prática de lideranças intermediárias. Observa-se uma gestão fundamentada na desconfiança, onde líderes frequentemente atuam de forma adversária aos seus liderados em vez de atuar como facilitadores. Esse cenário se agrava em momentos de baixa pontuação no eNPS, onde, em vez de uma reflexão genuína, inicia-se uma busca por culpados, comprometendo a segurança psicológica do time. Embora o banco pregue a escuta ativa, na prática, o espaço para o contraditório é inexistente: feedbacks legítimos dos analistas são recebidos com reatividade e defensividade, sendo muitas vezes rotulados como comportamento "agressivo" para deslegitimar a crítica. Isso gera um silêncio organizacional, pois os colaboradores percebem que o canal de escuta é ineficaz. Além disso, nota-se um despreparo técnico para a gestão de pessoas, com a substituição do feedback construtivo por críticas punitivas e uma aplicação assimétrica da "cultura do erro", que tolera falhas estratégicas da gestão mas pune rigorosamente erros operacionais menores.