Salários defasados, tickets refeição e alimentação ridículos, hora extra, que vira banco de horas, demandas e metas altas, que acabam sendo incompatíveis para alguns cargos, funções e salários. Cobrança excessiva de resultados, cultura do favoritismo nas operações, cultura da advertência, por motivos bem subjetivos e por vezes mal justificados. Alguns líderes que praticam assédio moral quando questionados ou quando se sentem antagonizados por algum subordinado, mesmo que ele esteja com razão. Conivência, omissão e proteção aos lideres que fomentam esses tipos de situações dentro da empresa por parte do setor jurídico, responsável pela gestão do "Nosso Canal", canal onde podem ser feitas tais denúncias, referentes a essas atitudes, que a empresa divulga que não tolera em seus "endomarketings", mas que na realidade, na maioria das vezes, não dá em nada para a pessoa denunciada, principalmente, se ela for da supervisão para cima na hierarquia. Parece que esse canal serve apenas para eles (Jurídico) aferirem, se tal denúncia, pode virar uma ação trabalhista perdida, para que só aí, dependendo do risco disso acontecer, possam tomar alguma providência, não porque se preocupam em resolver injustiças internas e perseguições, mas apenas para livrar a imagem da empresa e evitar a necessidade de pagar futuras indenizações na justiça ao trabalhador lesado.