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Na Ilha de Cotijuba, em Belém (PA), a transformação conectada à bioeconomia começa pelas mãos das mulheres do Instituto Amigos da Floresta Amazônica -ASFLORA. Neste vídeo da série “Link Vale Jornada COP30”, acompanhamos Suse Lemos, que fala sobre as contribuições trazidas pelo projeto Raízes da Liderança. Focada no cultivo de quintais agroecológicos, essa atividade fortalece a geração de renda para a comunidade de agricultoras, preserva espécies nativas ao polinizar agroflorestas e contribui para a recuperação de áreas degradadas. A ASFLORA é uma das iniciativas contempladas pelo edital do Amazônia Live – Hoje e Sempre. Por meio desse movimento, promovido pelo Rock in Rio e The Town, com patrocínio principal da Vale, foram destinados R$ 2 milhões para apoiar projetos na Região Metropolitana de Belém que estimulam o empreendedorismo, a bioeconomia e valorizam os povos da floresta. Assista ao vídeo e descubra como a natureza e a inovação podem caminhar e evoluir juntas.
O primeiro pimental sustentável em Parauapebas (PA) é uma das contribuições à comunidade local geradas pela startup de impacto socioambiental DINAM– Diamante Negro da Amazônia –, que apresentamos em mais um vídeo da série “Link Vale Jornada COP30”. Apoiada pela Fundação Vale, essa iniciativa usou escuta ativa e tecnologia agronômica para desenvolver um modelo de cultivo de pimenta-do-reino mais consciente. Como explicam Thainara e Thaylise Vasconcelos, a derrubada de árvores para instalação de estacas usadas na produção convencional foi substituída por uma técnica que adota o plantio combinado com outra espécie, a gliricídia – promovendo recuperação ambiental e mantendo a floresta em pé. Três produtores parceiros apoiam a atividade, com foco em consolidar a linha de condimentos da Dinam. Um exemplo de conhecimento compartilhado que gera renda e emprego no presente e amplia possibilidades no futuro. Confira!
Em Parauapebas (PA), as artesãs do Centro Mulheres de Barro transformam criatividade em arte, com peças que revelam como a ancestralidade é também uma potência, moldando novos futuros para a comunidade. Por meio de oficinas, o projeto dissemina a troca de saberes, o aprendizado técnico e promove a geração de renda, fortalecendo a identidade cultural presente nos artefatos cerâmicos e o protagonismo feminino — como conta a artesã Sandra dos Santos Silva. Destaque do novo episódio da nossa série “Link Vale Jornada COP30”, o Centro Mulheres de Barro é uma das iniciativas que apoiamos no entorno das nossas operações na Serra dos Carajás, e que marcam os 40 anos da nossa presença no Norte do Brasil. Confira!
Você é recém-formado em engenharia? Então aproveite! As inscrições para o nosso Programa Trainee em Engenheira estão abertas! Uma oportunidade de atuar como profissional nas operações de porto e ferrovia. Podem participar do processo seletivo profissionais recém-formados com curso superior concluído de Engenharia (mecânica, elétrica, civil, de produção, ferroviária, portuária e instrumentação industrial) a partir de dezembro de 2022. Pessoas com formatura prevista até dezembro de 2025 também podem se inscrever. Não há limite de idade para se candidatar e não é necessário ter experiência profissional prévia. E profissionais PCDs podem se inscrever. Valorizamos a diversidade e juntos construímos um ambiente de respeito em que todos e todas podem ser quem são. As inscrições e testes online vão até 6 de novembro e podem ser feitas pelo site: https://lnkd.in/e76ARdKg
A COP30 se aproxima, e a jornada rumo a Belém já começou! Junto à ABEMA - Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente e ao Instituto Tecnológico Vale (ITV), criamos o processo “De Cali a Belém”, uma iniciativa para promover encontros que conectam ciência, meio ambiente e sociedade, preparando o caminho para os debates da conferência. Por meio de webinars e treinamentos, abordamos temas como a genômica da biodiversidade brasileira, pesquisas sobre a bacia hidrográfica do rio Itacaiúnas, mercado de carbono, regularização fundiária e bioeconomia, reforçando o papel da ciência na busca por soluções sustentáveis. O processo "De Cali a Belém" vai culminar com a Casa da Biodiversidade e do Clima, um espaço na sede do ITV, durante a COP30, dedicado à articulação entre ciência e sociedade. Será um ponto de encontro para diálogos sobre os desafios e oportunidades na Amazônia. Essas trocas de conhecimentos marcam mais um passo rumo à COP30 e na construção coletiva de um futuro mais equilibrado entre desenvolvimento e natureza! Saiba mais em https://lnkd.in/dpx92gnr
A Agera.co nasceu a partir do nosso compromisso de transformar resíduos da mineração em novas possibilidades. A areia sustentável é usada como alternativa à areia extraída do meio ambiente para uso no setor de construção civil, como na composição de concretos, argamassa e pavimentos. Como a analista de branding e marketing Marcelle Santana conta no vídeo, a mineração circular está na essência dessa iniciativa. O material que seria descartado após o beneficiamento do minério de ferro na mina de Brucutu (MG) é aproveitado como base para produção de areia sustentável. Por meio da operação dedicada da Agera, somos hoje um dos maiores fornecedores de areia sustentável do Brasil, com 3 milhões de toneladas comercializadas. O gerente comercial Leonardo Figueiredo Pessoa destaca ainda outras contribuições importantes da circularidade e da inovação aplicadas a esse processo: a redução do uso de recursos minerais e a diminuição nas emissões de gás carbônico. Confira mais sobre essa iniciativa que conecta respeito ao meio ambiente e geração de valor compartilhado com a sociedade!
Fazer a diferença para a Amazônia é entender os tempos transformadores da floresta. E promover ações para manter esse ecossistema em pé. É por isso que investimos em pesquisa por meio do Instituto Tecnológico Vale (ITV) e conduzimos estudos sobre como as agroflorestas fortalecem a bioeconomia e geram renda. Uma dessas iniciativas é a dos polinizadores do cacau, atividade transmitida de geração em geração, e fundamental para que plantações consigam perdurar por mais de cem anos. Confira na nossa nova campanha como essa união entre ciência e saberes da floresta marcam as contribuições e os aprendizados dos 40 anos da nossa atuação responsável na Amazônia. Fazendo a diferença juntos.
Numa iniciativa inédita, vamos desenvolver a primeira locomotiva bicombustível movida a etanol e diesel do mundo. Avançando na nossa agenda de descarbonização, assinamos um acordo com a Wabtec Corporation para estudar um motor flex para uso futuro nas locomotivas da Estrada de Ferro Vitória a Minas. A proposta é testar a aplicação de etanol misturado ao diesel nos trens da EFVM até 2027. Esse é mais um passo nas ações que visam reduzir as emissões de CO₂ das nossas operações. Conforme anunciado no início do ano, a parceira Wabtec também fornecerá 50 locomotivas prontas para operar com 25% de biodiesel – e testes conjuntos já estão em curso para ampliarmos esse percentual. A expansão do uso de biocombustíveis em nossa malha ferroviária é um dos caminhos para reduzir as emissões de escopo 1, relacionadas ao transporte da produção mineral até os terminais portuários. E seguimos atuando também sobre os escopos 2 e 3, em uma jornada integrada de descarbonização. Quer entender melhor o que são os escopos 1, 2 e 3 e por que são tão importantes? Confira o carrossel abaixo! (Correção no card 3: Desde 2023, 100% da energia elétrica que consumimos nas operações do Brasil são provenientes de fontes renováveis.)
Círio é cultura que não se explica, se vive. Mais uma vez, Belém viveu dias de fé, emoção e celebração, e a Vale teve o orgulho de estar presente nessa grande manifestação da cultura amazônica, patrocinando essa festa, que é única no mundo, há 23 anos. Na Casa Vale no Círio, destacamos nosso compromisso em fortalecer a cultura paraense, sua diversidade e força, levamos alegria e animação com o Vale Música, para abrilhantar ainda mais a festa, além de dedicarmos espaço para falar sobre a proteção da floresta e o fortalecimento da bioeconomia, reforçando nosso compromisso com a Amazônia neste momento em que Belém se prepara para sediar a COP30.
O Amazônia Live – Hoje e Sempre deixará no Pará muito mais que as memórias que emocionaram com o encontro entre música, natureza e conscientização. Graças a esse movimento promovido por Rock in Rio e The Town, que tem o patrocínio principal da Vale, também foram destinados 2 milhões a projetos da Região Metropolitana de Belém que incentivam o empreendedorismo, a bioeconomia e os povos da floresta. Localizada na Ilha do Combu e a pouco minutos de barco de Belém, a Associação das Mulheres Extrativistas (AME) é uma dessas iniciativas apoiadas. Sua atividade é baseada na fabricação do óleo extraído das sementes da andiroba, árvore nativa da Amazônia – e se destaca também no projeto de turismo de base comunitária promovido localmente pela Amazoncred – Associação de Apoio à Economia Popular da Amazônia. Para a presidente da AME, Daniele Raiol, as benfeitorias recebidas fortalecem o propósito da associação, que é preservar saberes ancestrais que valorizam uma matéria-prima originária da floresta, conectando esse conhecimento a uma geração de renda sustentável. A nossa série “Link Vale Jornada COP30” foi lá registrar, confira no vídeo!