Minha experiência no processo seletivo do Sicredi foi bastante negativa. O processo se estendeu por mais de um mês e envolveu diversas etapas, como cadastro, avaliação curricular, gravação de vídeo, teste de personalidade, realização de um desafio exigente e sob pressão, além de uma entrevista com os responsáveis pela vaga. O desgaste de passar por todas essas fases, com grande esforço e dedicação, culminou em uma única proposta ao final, o que se mostrou ainda mais frustrante. Além disso, a falta de empatia com o candidato ao longo de todo o processo tornou a experiência ainda mais desanimadora.
A proposta apresentada foi de R$ 2.500 (não exatamente esse valor), correspondente ao piso da categoria determinado pelo sindicato, e não condizente com a base salarial indicada nas pesquisas de mercado, como no Glassdoor. Foi informado que esse valor é uma prática para novas contratações.
Considerando o porte da instituição e o nível da posição – uma vaga de analista que indicava como desejáveis requisitos como MBA, experiência profissional, CNH, além de disponibilidade de horários e deslocamento – a remuneração oferecida não se mostrou competitiva nem compatível com as exigências do cargo. A justificativa apresentada foi a oferta de diversos benefícios, o que, no entanto, não compensa a falta de uma remuneração justa e alinhada ao mercado.
Essa experiência levanta questionamentos sobre a real valorização dos profissionais dentro da instituição, a falta de empatia com os candidatos e a coerência entre as expectativas estabelecidas no processo seletivo e as condições reais da oferta, especialmente considerando o desgaste de passar por todo o processo para receber uma proposta única e insatisfatória.